
Título: Arcadia. Tradição e Mudança
Autor: Jorge Antonio Ruedas de Serna
Sinopse: O Arcadismo brasileiro, movimento de tendência cosmopolita articulado à expansão da cultura urbana em Minas Gerais, e secundariamente no Rio de Janeiro, é analisado aqui de forma original. Ao contrário do enfoque predominante em nossa historiografia literária, o autor estuda a produção de Tomás Antônio Gonzaga e os demais neoclássicos brasileiros, colocando-a em conexão estreita com a literatura feita em Portugal. Para Jorge de la Serna, o enfoque circunscrito apenas ao ambiente literário brasileiro representa a manutenção da visão promovida pelo nacionalismo dos românticos, interessado em descobrir naqueles uma originalidade maior do que atesta a história, para assim acentuar a diferença em relação à antiga metrópole. Este livro nos mostra que a Arcádia brasileira foi, em toda a sua riqueza e contradições, um movimento simultaneamente transformador e tradicionalista, vinculando-se ao Iluminismo do século XVIII e recuando também ao passado literário português.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arcadia. Tradição e Mudança”, de Jorge Antonio Ruedas de Serna, publicado pela editora EDUSP, em 1995 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EDUSP
Páginas: 184
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8531403081
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
