
Título: Ardhakathanak (A Half Story) (Penguin Classics)
Autor: Banarasidas
Sinopse: Banarasidas was a poet, philosopher and merchant. He had no precedent in literature or tradition that might have inspired him to write his life's story or guided him in his task. His motivation to write his story was simple: 'Let me tell my story to all.' Completed in the winter of 1641, in Agra, Ardhakathanak is the first autobiography in an Indian language. Rohini Chowdhury has published several books for children including a novel and a short story collection. Her interests include translation, mathematics and history. She lives in London and is currently working on a historical examination of pre-colonial India. Rupert Snell taught at the School of Oriental and African Studies, University of London. His research interests include poetics and aesthetics in pre-modern Hindi; and poetry in Braj Bhasha and Awadhi dialects. He is now Professor, South Asia Institute, University of Texas at Austin.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ardhakathanak (A Half Story) (Penguin Classics)”, de Banarasidas, publicado pela editora Penguin Books, em 2009 e com 316 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 316
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780143100546
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
