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Areia não é sujeira

Título: Areia não é sujeira

Autor: Pâmela Rodrigues

Sinopse: Esta obra pretende ser um inventário de renascimento, e encontro com a própria história, uma mistura de autobiografia, autoficção, autoconhecimento ou apenas confusão. É um retrato da construção de identidade, através do percurso entre diferentes terrenos, dos que florescem aos inférteis, e também aqueles que, mesmo mortos, podem emprestar vida. Feito o cerrado que renasce após cada incêndio. O bioma fênix. A viagem se inicia no solo onde fincamos as raízes que nos dão casa e identidade, terreno fértil para crescer e morrer quando chega a hora. Na areia, quase nada cresce, mas ela mora em frente ao mar. Nela nada é estável ou firme, tudo é passível de desabar, afundar, ir embora, como nosso corpo. Ela faz tudo ao redor se mover, nada é definitivo, feito o desejo que nos move, para frente ou não. Por fim as cinzas, o desfecho. Quando tudo parece findo, inerte, morto. Dela também podemos renascer. Sua matéria fertiliza o solo recomeçando o caminho. É o ciclo da vida, somos matéria de explosões ancestrais, de sepultamentos, de restos formando novas nuances de luz e sombra. Somos ausência e abundância, infância e certezas, somos areia e sujeira.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Areia não é sujeira”, de Pâmela Rodrigues, publicado pela editora Editora Patuá, em 2023 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editora Patuá

Páginas: 128

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6558644150

ISBN13: 9786558644156

    Sobre a editora

    Os livros da editora Editora Patuá costumam apresentar uma leitura que combina poesia e narrativa com uma linguagem que transita entre o lírico e o coloquial. A experiência de leitura frequentemente envolve uma densidade emocional marcada por temas como a busca por identidade, a memória afetiva e os conflitos internos, muitas vezes explorados em formatos que vão do poema ao conto e à crônica. O tom pode variar entre o melancólico e o irônico, com narrativas que ora se apoiam em uma escrita mais experimental e fragmentada, ora em um estilo mais direto e acessível. O catálogo sugere uma presença forte de vozes jovens e contemporâneas, além de obras que dialogam com questões sociais e existenciais, sem se prender a um único gênero ou ritmo.

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