
Título: Arma Humana: A Batalha Virtual
Autor: Leonardo Serruya
Sinopse: Após gerações que sofreram com guerras e destruição entre as cidades do Norte e do Sul, o mundo está em paz, uma trégua bélica, com várias informações desencontradas de milícias se armando. A tensão é alta, mas as notícias parecem nunca se concretizarem. Estamos em um mundo fantástico (com muitas referências realistas escondidas), e acompanhamos a história de Arthur Neves, lutador em ascensão de Batalha virtual, um esporte futurístico que mistura MMA com hologramas e luvas de proteção que dão superpoderes para os combatentes. Este é o circo que alimenta as almas sedentas por adrenalina. Corajoso, irônico, eloquente, Arthur vai desafiar o Rei, o principal lutador de Batalha virtual, e se verá envolvido em um plano expansionista da Arma Humana, empresa de armamentos de última geração que, na falta de uma guerra para desaguar suas produções bélicas, resolve investir, mesmo à revelia de Arthur, na Batalha virtual. O resultado é uma ficção científica eletrizante que surpreende e muda de direção a cada capítulo.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Arma Humana: A Batalha Virtual”, de Leonardo Serruya, publicado pela editora Autografia, em 2019 e com 196 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Autografia
Páginas: 196
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788551817940
Sobre a editora
Os livros da editora Autografía revelam um interesse por narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, com temas que vão da superação pessoal à crítica social. Muitas obras exploram dilemas emocionais, como o amor, a fé e a esperança, frequentemente em contextos de adversidade, enquanto outras adotam um tom mais reflexivo e didático, tratando de temas como saúde, direitos humanos e questões ambientais. O catálogo indica diversidade entre textos mais narrativos, como romances e crônicas, e obras informativas, que dialogam com públicos variados, do leitor comum ao acadêmico. Essa combinação cria um ritmo que ora convida à emoção, ora à reflexão, com linguagem acessível e conteúdo multifocal.
