
Título: Armadilha para Lamartine
Autor: Carlos Sussekind
Sinopse: Armadilha para Lamartine foi lançado originalmente em 1976 (Labor). Sua leitura, comprova que ocupa um lugar à parte na literatura brasileira: a inteligência luminosa de Sussekind continuará a dar prazer ao leitor e a conquistá-lo com temas que não se esgotam, como a relação entre literatura e biografia ou a aparente oposição entre loucura e normalidade. Armado de ironia, bom humor, erotismo e outras graças, Carlos Sussekind, filho - um amável mentiroso que adora capturar leitores -, estende sua rede sobre nós, e para tanto torna-se uma espécie de co-autor dos diários escritos por Carlos Sussekind, pai. Redigidos ao longo de trinta anos, tais diários originalmente possuíam 30 mil páginas. Um pouco do que restou delas está nesta narrativa extraordinária.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Armadilha para Lamartine”, de Carlos Sussekind, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1998 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 304
Ano: 1998
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571647410
ISBN13: 9788571647411
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
