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Arquétipos de massa: labirintos

Título: Arquétipos de massa: labirintos

Autor: Fábio Fernandes

Sinopse: Uma das (muitas) funções da ficção, de modo geral, é servir de espelho do cotidiano, através de símiles, comparações, contradições. A vida imita a arte, dizem uns. Outros afirmam que a arte, se não emula necessariamente a vida, lhe fornece inspirações. Foi pensando nas semelhanças entre arquétipos ficcionais e certos aspectos de nossa realidade que Fábio Fernandes começou a escrever microficções que batizou de Arquétipos de Massa: pequenos fragmentos do cotidiano revistos sob outras luzes. Na fronteira onde o lúdico atravessa o trágico, os Arquétipos de Massa reúnem apocalipses diários, alienígenas que praticam a banalidade do mal, princesas enclausuradas nas próprias fantasias, imperadores da galáxia do próprio quarto, personagens cômicos e sombrios que se cruzam em labirintos, em diversos percursos de leitura oferecidos pela multiplicidade de tramas. Fábio Fernandes presta homenagem nesses labirintos a dois autores que estão na base de suas referências: Borges e Cortazar, com uma pitada de Georges Perec e do OuLiPo. Sem esquecer outros tantos, que vão de Guimarães Rosa a Jorge Ben, passando por Jamil Snege e Marcelino Freire, que compõem um labirinto textual para além da ficção. Vocês estão convidados a penetrar no mistério desses labirintos.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arquétipos de massa: labirintos”, de Fábio Fernandes, publicado pela editora Kafka, em 2024 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Kafka

Páginas: 116

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8561824425

ISBN13: 9788561824426

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Fábio Fernandes conduz a um universo onde o futuro tecnológico e o passado misterioso se entrelaçam com personagens que enfrentam dilemas existenciais e realidades alternativas. A prosa varia entre o detalhamento cuidadoso de cenários tecnológicos e a introspecção profunda de personagens que lidam com crises pessoais ou desafios éticos. Há uma tensão constante entre o real e o imaginado, o concreto e o especulativo, que mantém o leitor em um estado de atenção e questionamento. Em alguns momentos, o ritmo é mais contemplativo, explorando camadas internas dos personagens, enquanto em outros a narrativa avança com urgência, especialmente quando temas como tecnologia, memória e identidade se cruzam. Essa diversidade cria uma experiência de leitura multifacetada, onde o leitor é convidado a refletir sobre o impacto da tecnologia na vida humana e as fronteiras entre o possível e o fantástico.

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