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Arquimedes (Imortais da Ciência)

Título: Arquimedes (Imortais da Ciência)

Autor: Jeanne Bendick

Sinopse: Quem foi, afinal, Arquimedes? A autora, a divulgadora científica Jeanne Bendick, formada pela Parsons School of Design, debruça-se sobre a fascinante personalidade e a mente brilhante do homem considerado um dos pais da ciência moderna, para muitos o maior matemático da Antiguidade e um fundador de escola, e traz à luz o retrato multifacetado de um incansável descobridor. Arquimedes pode ser descrito como um herói. Sua Siracusa natal, na ilha da Sicília, foi uma das principais colônias nascidas da expansão marítima dos helenos. Cidade-estado livre, como era habitual entre os gregos, Siracusa foi defendida contra os invasores romanos pelo talento de Arquimedes em Mecânica. Ele criou catapultas com sistemas de contrapesos que lançavam pesados projéteis, e usou pioneiramente a capacidade de lentes de cristal de focalizar a luz do Sol, para queimar à distância os navios da frota de Roma. Na tomada da cidade, foi morto pelos atacantes. Pois Arquimedes pode também ser descrito como um gênio da ciência aplicada. Diante do desafio de determinar se uma peça dada de presente ao rei era ou não de ouro maciço sem poder danifica-la, ele intuiu, durante um banho de imersão, que diferentes materiais causariam diferentes elevações do nível da água na banheira ao serem imergidos. Seria possível assim descobrir do que a peça era feita, sem quebrá-la. A descoberta da solução do problema afetou de tal forma Arquimedes que ele saiu nu, gritando pelas ruas da cidade a palavra 'eureca, eureca!', que quer dizer 'achei!'. O gênio da ciência aplicada era também um coração entusiasmado! Arquimedes também é notável pela mente intuitiva, que o habilitou a ir além dos limites de seu tempo (ele viveu em 250 antes de Cristo, há mais de dois mil anos portanto) para estabelecer princípios fundamentais da matemática pura. Seus trabalhos sobre os volumes, parábolas, elipses e hipérboles, sobre círculo e o famoso número p, e sobre as bases matemáticas da notação musical são fundamentais até hoje. Sua vida é pontilhada por episódios que se tornaram lendários. Bendick os descreve com um estilo leve e fluido, mas com precisão. Conta-nos como ele provou que com uma alavanca e um ponto de apoio seria possível 'deslocar o mundo' (a frase, famosa, é dele), descreve suas idéias, a fama que teve entre seus contemporâneos, e a inestimável herança conceitual que nos deixou.

Contexto da obra

Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Arquimedes (Imortais da Ciência)”, de Jeanne Bendick, publicado pela editora Odysseus, em 2006 e com 158 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.

Editora: Odysseus

Páginas: 158

Ano: 2006

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8588023784

ISBN13: 9788588023789

    Sobre a editora

    Os livros da editora ODYSSEUS convidam a uma imersão que combina rigor acadêmico e sensibilidade literária, frequentemente ancorada na cultura clássica e nas ciências humanas. A experiência de leitura costuma ser densa, com textos que exploram mitos, tragédias antigas e figuras históricas, mas também se estendem a temas científicos e esportivos, com narrativas que oscilam entre o ensaístico e o didático. O tom varia do poético ao analítico, com atenção especial à precisão textual, como em traduções que incorporam notas detalhadas e comentários filológicos. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a tradição grega e romana, mas que também contemplam a história e a ciência brasileiras, revelando uma diversidade temática que vai do teatro clássico à física moderna.

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