
Título: Arquitectura e Escultura de Mafra
Autor: Jose Fernandes Pereira
Sinopse: Esta obra em três volumes resume as oscilações classificativas de Mafra - ora barroca, ora neoclássica, consoante o classificador - ou clássica apenas. Descreve a criação artística e os métodos em História da Arte Portuguesa do período Barroco (séculos XVII e XVIII), nomeadamente no campo da arquitectura, fornecendo exemplos de produção arquitectónica. A escultura e a sua relação com a produção de imagens, uma síntese das construções arrábidas, a substância, a quantidade, a qualidade, a acção, o tempo, a situação, a grandeza, a perfeição, o sublime são outros temas abordados. São ainda tratados aspectos como o ritmo das obras, as fontes, o tempo europeu e as fontes nacionais, a funcionalidade e a invenção arquitectónica, a funcionalidade e a decoração, o sentido geral da iconografia de Mafra, a Igreja, os valores estéticos, a Escola de Escultura de Mafra ou a crítica artística. Acabamento: Paperback. Peso: 442g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Arquitectura e Escultura de Mafra”, de Jose Fernandes Pereira, publicado pela editora Presença, em 1994 e com 396 páginas, integra a categoria Arquitetura. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Presença
Páginas: 396
Ano: 1994
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9789722318488
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
