
Título: Arquitetura Conversável
Autor: Marcelo Carvalho Ferraz
Sinopse: Este livro reúne artigos e entrevistas do arquiteto Marcelo Ferraz publicados em vários veículos de comunicação, como jornais, revistas e sites especializados em arquitetura. São comentários sobre situações, temas ou acontecimentos que procuram mostrar a amplitude da arquitetura e seu efeito, ou interferência, na vida das pessoas e comunidades. Uma arquitetura conversável é tudo o que almejamos para nossas cidades. Hoje, é fácil constatar que o fantástico prazer de viver em cidades se choca - salvo algumas boas exceções, com um abominável desconforto urbano. E nós humanos, gregários que somos, insistimos na crença de que a vida em convívio ainda é a melhor vida. E é, com certeza, para muitos arquitetos que acreditam nos consertos, nas reformas, em novas soluções, em projetos e sonhos de cidades mais gentis, mais conversáveis; conversas que ajudem a compreender o constante movimento de formação e transformação desses organismos vivos que são nossas cidades, artefato maior da criação humana. O livro está dividido em quatro blocos de assuntos – arquiteto / cidades / espaços culturais / patrimônio – forma encontrada para construir um fio condutor e para facilitar a leitura. Ao final, um bloco de “conversas” com intelectuais de várias áreas de atuação arremata o conjunto.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Arquitetura Conversável”, de Marcelo Carvalho Ferraz, publicado pela editora Azougue, em 2020 e com 239 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Azougue
Páginas: 239
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579200636
ISBN13: 9788579200632
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Azougue apresentam uma experiência de leitura marcada pelo diálogo entre cultura erudita e popular, com forte presença de poesia, filosofia e ensaios críticos. O catálogo revela obras que transitam entre o rigor conceitual e a sensibilidade imagética, incluindo reflexões sobre política, linguagem e produção cultural brasileira. Há também espaço para investigações sobre cinema experimental e traduções que exploram a complexidade das relações entre línguas e culturas. O tom varia do denso e analítico ao lírico e manifesto, oferecendo ritmos que podem ser tanto meditativos quanto contundentes.
