
Título: Arquitetura Popular do Brasil
Autor: Humberto Medeiros
Sinopse: Para a elaboração do presente livro, o autor percorreu o litoral brasileiro, desde o município de Chuí, no Rio Grande do Sul ao Oiapoque, no Amapá, fotografando os diversos exemplos de arquitetura popular encontrados, para tentar entender como mora a parcela da população que não tem acesso aos serviços de um arquiteto ou de um engenheiro. Para complementar e dar forma aos estudos do autor, os arquitetos Günter Weimer e Werther Holzer desenvolvem os textos finais. A obra é dividida em cinco capítulos temáticos: 'Características regionais', 'Paisagens', 'Tipologias', 'Partes das edificações' e 'Materiais de construção'. Desta forma, temas como os tipos de contruções, entre mercados, casas, igrejas e vendas, tipos de paisagens, como rurais, urbanas e periurbanas, e as características regionais de todas as partes do Brasil se encontram presente no estudo. A obra acompanha farto material iconográfico.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arquitetura Popular do Brasil”, de Humberto Medeiros, publicado pela editora Bom Texto, em 2010 e com 150 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bom Texto
Páginas: 150
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788587723925
ISBN13: 9788587723925
Sobre a editora
Os livros da editora BOM TEXTO apresentam um equilíbrio entre narrativas literárias e obras de não ficção que exploram temas sociais, históricos e culturais com profundidade. A experiência de leitura varia entre textos ágeis e envolventes, como histórias infantis que abordam o cotidiano com leveza, e contos ou crônicas que transitam entre o humor, a ironia e a reflexão existencial. O catálogo também inclui trabalhos que valorizam a diversidade cultural brasileira, com relatos de profissões e vidas fora dos grandes centros urbanos, além de estudos históricos e ensaios que contextualizam eventos marcantes do século XX. O tom dos textos pode ser tanto intimista e sensorial quanto analítico e documental, oferecendo ao leitor múltiplas formas de se relacionar com o conteúdo.
