
Título: Arquiteturas no Brasil: 1900 - 1990
Autor: Hugo Segawa
Sinopse: Visão abrangente da arquitetura brasileira no século XX, propondo inicialmente uma reinterpretação das várias vertentes do movimento moderno até a Segunda Guerra, organizadas em três linhas: modernismo programático (1917--1932), modernidade pragmática (1922-1943) e modernidade corrente (1929-1945). Continuando seu estudo com o panorama do período pós-guerra, o autor analisa os embates ideológicos, as principais realizações arquitetônicas e seus protagonistas, entre eles Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e Vilanova Artigas, assim como o trabalho de arquitetos estrangeiros que se radicaram no país, chegando até a atualidade, com a ausência de rumos que caracterizou a chamada década perdida de 1980 e seus desdobramentos recentes. Hugo Segawa realiza, dessa forma, uma leitura atenta e original das polêmicas, das conquistas e também dos malogros envolvidos na aventura de construir espaços, edifícios e cidades num país em constante formação.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Arquiteturas no Brasil: 1900 – 1990”, de Hugo Segawa, publicado pela editora Edusp, em 2002 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: Edusp
Páginas: 224
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8531404452
ISBN13: 9788531404450
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
