
Título: Arquivinho nº4 - Nelson Rodrigues
Autor: Claudio Mello e Souza
Sinopse: Em seu quarto título a Coleção Arquivinhos rende sua homenagem ao maior dramaturgo brasileiro de todos os tempos: Nelson Rodrigues. Entre as múltiplas facetas do turbilhão criador que foi Nelson - repórter policial, cronista, comentarista esportivo, romancista, contista, autor de telenovelas, teatrólogo e, até, "ator" -, a obra aborda mais especialmente sua obra dramatúrgica. Com coordenação do jornalista e poeta Claudio Mello e Souza e projeto gráfico de Victor Burton, o "Arquivinho Nelson Rodrigues" traz, em quatorze peças gráficas inseridas em invólucro criado pelo designer, textos assinados por Sábato Magaldi, Barbara Heliodora, Arnaldo Jabor, Armando Nogueira e Claudio Mello e Souza; um depoimento inédito de Fernanda Montenegro sobre o autor de Vestido de Noiva; um DVD com depoimentos de Nelson em áudio e vídeo; além de vasta iconografia, incluindo fac-símiles.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Arquivinho nº4 – Nelson Rodrigues”, de Claudio Mello e Souza, publicado pela editora Bem-Te-Vi, em 2008 e com 100 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Bem-Te-Vi
Páginas: 100
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588747294
ISBN13: 9788588747296
Sobre a editora
Os livros da editora Bem-Te-Vi oferecem uma experiência de leitura marcada por uma atenção especial à poesia contemporânea, com pluralidade de formas que vão do soneto clássico às experimentações em prosa-poética e técnicas árabes antigas. Além disso, o catálogo traz obras que dialogam com a história e a cultura brasileiras, desde biografias e diários de figuras públicas até estudos sobre patrimônio e movimentos culturais. A leitura costuma alternar entre o lirismo subjetivo e o rigor documental, com textos que exploram tanto o íntimo quanto o social, em ritmos que variam do contemplativo ao informativo. O tom das obras pode ser sério e reflexivo, mas também há espaço para o humor e o olhar crítico, especialmente em registros fotográficos e correspondências.
