
Título: Arquivos Psíquicos do Egito
Autor: Hermínio C. Miranda
Sinopse: Esta obra narra a história convenientemente esquecida de uma fantástica descoberta: como era falada a antiga língua dos faraós. Champollion havia decifrado apenas o significado dos hieróglifos, sem, contudo, conseguir dar-lhes som. O dr. Frederic H. Wood, em suas pesquisas, estabeleceu com extrema precisão os fonemas do antigo idioma. O mais intrigante é que esta nova pedra de Roseta surgiu através das comunicações de um espírito que havia vivido ao tempo de Amenófis IV, cerca de 1.300 a.C. O grande dilema dos cientistas era que a maneira como a descoberta se deu havia sido muito mais fantástica do que própria descoberta. Como poderiam divulgar um fato que colocava em cheque todo o arcabouço materialista sobre o qual a ciência oficial se estrutura?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arquivos Psíquicos do Egito”, de Hermínio C. Miranda, publicado pela editora Lachâtre, em 2004 e com 190 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lachâtre
Páginas: 190
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588877252
ISBN13: 9788588877252
Sobre a editora
Os livros da editora Lachatre convidam o leitor a uma imersão em narrativas que mesclam história, espiritualidade e reflexões filosóficas, frequentemente ancoradas no espiritismo. A experiência de leitura é marcada por um tom que oscila entre o didático e o narrativo, com obras que vão desde análises críticas e argumentações densas até romances que transportam para épocas históricas específicas, como a Revolução Francesa ou o período de Jesus Cristo. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como mediunidade, reencarnação, fenômenos paranormais e a relação entre ciência e espiritualidade, sempre com uma linguagem que pode ser tanto rigorosa quanto acessível. Além disso, há uma presença constante de conflitos internos e dilemas morais, que dão ritmo e tensão às histórias e ensaios.
