
Título: Arroz e Feijao, Discos e Livros
Autor: Ana Maria da Costa Evangelista
Sinopse: Arroz e feijão, discos e livros analisa a implantação do Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS), projeto concebido e posto em prática em 1940 e que ofereceu aos trabalhadores restaurantes com alimentação saudável a preços módicos, além de acesso a discotecas, bibliotecas e cursos variados. O SAPS tinha também a função de assistência e educação alimentar, ensinando à população princípios básicos de nutrição, e servia como centro de pesquisa e formação de técnicos especializados. Mesmo sendo criado durante a ditadura do Estado Novo, recebeu investimentos dos governos democráticos dos anos seguintes; mas teve curta duração e foi extinto em 1967 durante o regime militar. Com uma pesquisa rigorosa, enriquecida com depoimentos de frequentadores e funcionários do SAPS, o livro constitui uma obra importante tanto para os estudiosos do trabalhismo e desenvolvimentismo no Brasil quanto para aqueles que querem conhecer melhor a história dessa política de bem-estar social. Acabamento: Brochura. Peso: 395g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Arroz e Feijao, Discos e Livros”, de Ana Maria da Costa Evangelista, publicado pela editora 7 Letras, em 2014 e com 228 páginas, integra a categoria História do Brasil. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: 7 Letras
Páginas: 228
Ano: 2014
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788542102369
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
