
Título: Arsene Lupin e a rolha de cristal
Autor: Maurice Leblanc
Sinopse: Que interesse pode haver em uma rolha de cristal, para que tantas pessoas a desejem? Nessa emocionante aventura será que o maior ladrão do mundo pode se recompor, salvar da guilhotina seus homens presos e ainda recuperar sua honra perdida? Arsène Lupin e a rolha de cristal, romance de mistério de Maurice Leblanc, foi publicado primeiramente em série no jornal francês Le Journal de setembro a novembro de 1912 inspirado pelos infames escândalos do Panamá que aconteceram entre1892 e 1893. O romance toma emprestado do conto de EdgarAllan Poe, A carta roubada, a ideia de esconder um objeto à vista de todos e prende o leitor com o estilo de Maurice Leblanc.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Arsene Lupin e a rolha de cristal”, de Maurice Leblanc, publicado pela editora Principis, em 2021 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Principis
Páginas: 256
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555523204
ISBN13: 9786555523201
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,265
- Altura (cm): 22,60
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Principis convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o universo clássico e reflexões profundas sobre a condição humana. O catálogo traz histórias que combinam o lirismo da literatura infantojuvenil com a densidade de textos religiosos e filosóficos, oferecendo experiências de leitura que vão do encantamento à análise crítica. O tom das obras varia entre o intimista e o investigativo, com personagens que enfrentam dilemas pessoais, sociais ou espirituais em cenários que vão do interior rural ao mundo urbano e histórico. A linguagem é acessível, mas não simplista, privilegiando o desenvolvimento gradual dos conflitos e das emoções. Assim, o leitor encontra tanto aventuras que exploram a fantasia e o crescimento pessoal quanto obras que demandam uma leitura mais contemplativa e analítica.
