
Título: Arte de formar-se (A)
Autor: João Batista Libanio
Sinopse: SOBRE A COLEÇÃO: Mediante textos que se inscrevem naqueles tipos de saber próprios da Filosofia e da Teologia, que há séculos caracterizam a tradição jesuíta, sem se fechar, porém, a outras áreas do conhecimento, a Coleção FAJE quer incrementar o debate junto ao público universitário e demais interessados pelo conhecimento. A arte de formar-se implica imaginação, criatividade. A complexa realidade faz-se exigente. Portanto, cabe-nos aprender a pensar em meio à avalanche de informações. A civilização urbana afeta profundamente o agir, o ser e o conviver — três aprendizados desafiantes. A tradição inaciana de discernir a vontade de Deus merece ser aprendida. Nesta edição, três novos capítulos foram acrescentados para responder a outras demandas: aprender a amar é aspiração última do ser humano; uma cultura da pura eficácia pede a arte da lucidez; e, na crise ecológica avassalante, impõe-se aprender a cuidar da Terra.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Arte de formar-se (A)”, de João Batista Libanio, publicado pela editora Edições Loyola, em 2001 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 296
Ano: 2001
Edição: 4
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515023008
ISBN13: 9788515023004
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
