
Título: Arte de Quebrar Vidro, A
Autor: MATTHEW HALL
Sinopse: Um thriller. Uma trama digna de Anthony Hopkins (Hannibal Lecter) e Jodie Foster (agente Clarice Starling) no filme 'O Silêncio dos Inocentes', capaz de prender a atenção do leitor da primeira até a última página. No romance de Matthew Hall, A Arte de Quebrar Vidro, escrito em ritmo de incessante suspense e fugindo aos padrões convencionais da narrativa linear, o autor conta o relacionamento 'obrigatoriamente perverso' entre um lunático urbano, Bill Kaiser, típico paciente paranóico-esquizofrênico, e Sharon Blautner, uma enfermeira psiquiátrica.Ambientado no Bellevue Hospital de Nova York, onde estão reunidos os mais perigosos doentes mentais, Bill Kaiser, um gênio em explosivos e eletrônica, consegue fugir da ala de segurança máxima, com a ajuda de sua enfermeira. Consciente de que ajudou um criminoso, a enfermeira Blautner está disposta a detê-lo. Porém, o fugitivo fará de tudo para driblar a lei e escapar ileso.Conseguirá o ardiloso Bill colocar em ação o seu plano de vingança? A Arte de Quebrar Vidro conduz os leitores a mergulharem em um jogo de 'gato e rato' no qual somos convidados a adivinhar (sem êxito) o inusitado desfecho da trama.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Arte de Quebrar Vidro, A”, de MATTHEW HALL, publicado pela editora BERTRAND BRASIL, em 2000 e com 392 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: BERTRAND BRASIL
Páginas: 392
Ano: 2000
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528607410
ISBN13: 9788528607413
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
