
Título: As Coisas que Perdemos
Autor: Denise Flaibam
Sinopse: O mundo acabou como uma tempestade. Primeiro houve o caos, e então o silêncio. A Morte se espalhou pelas ruas de todo o mundo. Morte, porque ela tomou a humanidade para si. O silêncio do fim foi substituído por uma orquestra de sons grotescos, pelo arrastar lento e caótico de corpos moribundos; pelos sons do medo. O que antes regia a sociedade não existe mais. Tudo foi deixado para trás. Viva ou morra. Lute ou morra. Mate ou morra. Dylan ouviu falar sobre um lugar seguro. Lá, ela e Max podem ter uma nova chance. O garotinho de quem ainda está cuidando, mesmo quando tudo acabou, é o seu gatilho para seguir em frente. Se não existe esperança, para que lutar? As fronteiras artificias que marcam o fim do mundo trilham perigos e incertezas para aqueles que escolheram viver, e uma assustadora pergunta passará a comandar todos os movimentos dos que ainda resistem: até onde você irá para sobreviver?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Coisas que Perdemos”, de Denise Flaibam, publicado pela editora Amazon KDP, em 2016 e com 328 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Amazon KDP
Páginas: 328
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Amazon KDP apresentam uma variedade notável de histórias que exploram relações humanas complexas e dilemas pessoais, muitas vezes ambientados em contextos contemporâneos ou fantásticos. A experiência de leitura costuma trazer um tom emocional intenso, com narrativas que transitam entre o drama, o romance e o suspense, frequentemente focando em personagens jovens ou em momentos decisivos de suas vidas. Há obras que mesclam aventura e fantasia, como jornadas em mundos imaginários ou futuros distópicos, enquanto outras se aprofundam em conflitos íntimos, como traições, reconciliações e autoaceitação. O catálogo sugere um equilíbrio entre histórias mais narrativas, centradas em personagens e emoções, e outras que incorporam elementos informativos ou reflexivos, como biografias e textos com cunho espiritual.
