
Título: As Disputas de Nietzsche
Autor: Christa Davis Acampora
Sinopse: Acampora nos oferece um estudo pioneiro sobre a centralidade da noção de agon (disputa) no conjunto da filosofia de Nietzsche. O agon não seria um aspecto periférico de seu pensamento, mas central, e a avaliação dessa centralidade permitiria uma nova apreciação das sutilezas da sua célebre perspectiva sobre a vontade de poder. A filosofia de Nietzsche seria fruto da reflexão do filósofo sobre o agon grego e do agon que o próprio Nietzsche travou com seus principais adversários filosóficos: Homero, Sócrates, Paulo e Wagner. Nesse ponto de vista, o agon contribui tanto para a autossuperação quanto para a vida em comunidade, produzindo valores, motivações, padrões de medida e sentidos para a vida, sendo, portanto, crucial para combater o niilismo, que era, para Nietzsche, um dos maiores problemas enfrentados pelos homens modernos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Disputas de Nietzsche”, de Christa Davis Acampora, publicado pela editora Editora da UFSC, em 2018 e com 358 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora da UFSC
Páginas: 358
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788532808318
Sobre a editora
Os livros da editora Editora da UFSC apresentam uma leitura que combina rigor acadêmico e diversidade temática, contemplando desde estudos históricos regionais até reflexões filosóficas e científicas. O catálogo revela obras que se aprofundam em análises críticas, como investigações sobre discursos nacionais e estudos sobre epistemologia, além de textos que dialogam com práticas profissionais, como na comunicação e educação tecnológica. A linguagem tende a ser densa e cuidadosa, com foco em sínteses precisas e fundamentadas, o que favorece leitores interessados em temas complexos e abordagens detalhadas. Embora o tom seja predominantemente informativo e analítico, há também espaço para narrativas que exploram contextos históricos e sociais com atenção ao detalhe e à memória.
