
Título: As Fêmeas da Ilha da Trindade
Autor: Moacir C. Lopes
Sinopse: Descoberta pelos portugueses no século XVI, a Ilha da Trindade, um conjunto de rochas vulcânicas de quase três milhões de anos, é rica em lendas e, como muitos ainda acreditam, esconde tesouros incalculáveis. Distante quase 1.200 km da costa do Espírito Santo, são poucos os que conseguem acessá-la. Se a presença humana na ilha é extremamente rara, mais rara ainda é a presença de mulheres no local. Isso talvez explique o rebuliço causado pela imprevidência de um tenente de Marinha, que resolveu levar a esposa para ali viver com ele em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial. A chegada de Maristela a Trindade não mexeu apenas com a vida de todos os marinheiros que viviam ali isolados por meses, mas também com a vida animal e o equilíbrio ecológico e sexual da ilha. Em meio ao alvoroço generalizado, até os caranguejos, excitados, começaram a escalar amendoeiras.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Fêmeas da Ilha da Trindade”, de Moacir C. Lopes, publicado pela editora Quartet, em 2006 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quartet
Páginas: 192
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8585696788
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Quartet convidam o leitor a um mergulho em temas sociais, educacionais e culturais com abordagem crítica e reflexiva. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom que equilibra rigor analítico e linguagem acessível, frequentemente direcionada a públicos acadêmicos e profissionais, mas também a leitores interessados em questões contemporâneas. O catálogo apresenta obras que problematizam temas como educação, gestão, políticas públicas e movimentos sociais, muitas vezes com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. Há uma diversidade entre textos mais densos e teóricos e outros com narrativa mais direta e coloquial, o que permite contrastes entre obras que aprofundam debates e aquelas que dialogam com públicos jovens ou amplos.
