
Título: As Flores e a Profecia de Antrópikus
Autor: Odair Schiavons
Sinopse: Passamos a vida toda fazendo escolhas e tomando decisões que podem trazer conseqüências boas ou más, mas sempre trazem. Porém, há um momento em que ficamos diante da maior decisão de nossa vida, aquela que com certeza decidirá todo o nosso sucesso ou nosso fracasso. Ubaldo teve esse momento crucial em sua vida e na hora de fazer sua escolha, ele não imaginou que estaria pondo em risco a sua felicidade e a de sua família. Optou pela possibilidade de ajudar um povo a encontrar o caminho do amor. Com sua simplicidade e honestidade, travou uma batalha que parecia inglória, mas não desistiu , porque tinha fé de que havia um Deus que o escolhera para cumprir essa missão tão importante em favor dos excluídos e dos marginalizados.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Flores e a Profecia de Antrópikus”, de Odair Schiavons, publicado pela editora Ottoni, em 2010 e com 121 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ottoni
Páginas: 121
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574645397
ISBN13: 9788574645391
Sobre a editora
Os livros da editora Ottoni oferecem uma experiência de leitura que combina informação prática com narrativas que exploram contextos históricos e culturais brasileiros. O catálogo revela um interesse por temas que vão da gestão empresarial e acadêmica até relatos que envolvem memórias, biografias e histórias locais, sempre com um tom que privilegia a clareza e o aprofundamento. Há obras que mesclam dados teóricos com estudos de caso, enquanto outras trazem depoimentos e pesquisas documentais, criando um equilíbrio entre o informativo e o narrativo. O ritmo tende a ser didático, com linguagem acessível, mesmo quando aborda assuntos complexos como ciência, história ou cultura regional. A diversidade do catálogo permite ao leitor transitar entre textos mais analíticos e outros que valorizam o relato pessoal ou a reconstrução histórica.
