
Título: As Flores que Pensam
Autor: Clifford Donald Simak
Sinopse: "All Flesh is Grass", 1965. O nome de Clifford D. Simak surge mais uma vez na Colecção Argonauta, e de novo com um dos seus romances mais sensacionais, aliás o mais recente. As Flores que Pensam, é uma das obras de FC mais perturbantes e de maior riqueza imaginativa. O estranho proceder destas flores, cria um clima de tensão e de horror que, em certos momentos, toca o insuportável. As Flores que Pensam constitui, pelo rigor e a fluência da sua construção, uma obra-prima no seu género, vindo confirmar os dotes de Clifford D. Simak, um dos autores mais largamente representados no sector da FC e na Colecção Argonauta. Traduzido por Eurico da Fonseca, As Flores que Pensam traz-nos de novo uma criação inesquecível do grande escritor norte-americano que a Argonauta apresentou em Portugal.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Flores que Pensam”, de Clifford Donald Simak, publicado pela editora Livros do Brasil, em 1966 e com 252 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Livros do Brasil
Páginas: 252
Ano: 1966
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Livros do Brasil costumam transportar o leitor para universos densos, onde a ficção científica clássica e o romance policial ganham destaque, alternando entre narrativas de aventura espacial e intrigas investigativas. A experiência de leitura combina ritmo envolvente com temas que vão da exploração do espaço e dilemas éticos da humanidade até mistérios criminais elaborados, sempre com um tom que equilibra suspense e reflexão. O catálogo indica uma predileção por histórias que desafiam o leitor a acompanhar tramas complexas, ora com foco em personagens multifacetados, ora com ambientações históricas ou futuristas detalhadas. A diversidade presente nas obras sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora privilegiam a ação e o imaginário, ora abordam questões sociais e filosóficas.
