
Título: As Memorias de Underground
Autor: Scruton Roger
Sinopse: Na Tchecoslováquia comunista, Jan Reichl cultiva o hábito de andar de metrô e imaginar os segredos escondidos sob as faces mudas de seus compatriotas. Ter um passatempo se tornou necessário quando seu pai, um leitor de Kafka, Camus, Zweig, Sartre, foi condenado a anos de trabalho forçado, exatamente por discutir em público essa literatura. O jovem transforma em texto as próprias divagações, e sua mãe as compila em um livro clandestino: Rumores, assinado com o pseudônimo Soudruh Androš, por sua vez apelidado de Camarada Underground. A circulação ilegal do livreto levou a mãe à prisão, mas permitiu a Jan conhecer um movimento subterrâneo de resistência. Quem o introduz nesse universo é Betka, a um só tempo misteriosa e encantadora, com quem Honza – como ele pede para ser chamado – inicia um romance. Esta é uma história sobre a verdade, a liberdade e a beleza, escrita pelo filósofo Roger Scruton e inspirada em sua própria experiência de colaboração com dissidentes da URSS.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “As Memorias de Underground”, de Scruton Roger, publicado pela editora É Realizações Editora, em 2019 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: É Realizações Editora
Páginas: 336
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8580333709
ISBN13: 9788580333701
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,410
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora É Realizações Editora oferecem uma experiência de leitura que privilegia a reflexão profunda sobre temas contemporâneos e históricos, com forte presença de ensaios, textos filosóficos e narrativas que exploram a condição humana e as tensões sociais. O catálogo revela uma atenção cuidadosa à forma e à linguagem, valorizando a construção narrativa que sustenta a densidade das ideias, como em contos longos que funcionam quase como capítulos de um romance. Há uma predominância de obras que discutem questões políticas, culturais e filosóficas, muitas vezes com tom crítico e analítico, abordando desde conflitos históricos até debates atuais sobre identidade, liberdade e moralidade. A leitura desses livros costuma exigir um ritmo atento, pois o tom varia entre o didático, o ensaístico e o literário, com nuances de ironia, nostalgia e tensão intelectual.
