
Título: As Mentiras da Noite
Autor: Gesualdo Bufalino
Sinopse: Quatro condenados à morte numa ilha penitenciária, verdadeira fortaleza oitocentista no Mediterrâneo, contam suas histórias enquanto esperam o amanhecer, quando serão decapitados. É a última noite, véspera de angústias, dúvidas, confissões, verdades e mentiras. A noite dos artifícios e, sobretudo, da astúcia. Construído com rigor, apoiado na força e na qualidade do estilo comprovadamente extraordinário de Gesualdo Bufalino, As mentiras da noite é um livro incomum, não só pela utilização surpreendente que faz da dimensão espaço-tempo, mas por sua própria estrutura. Um livro que fascina pela profundidade dos sentimentos que desvenda, pela reflexão sobre as aparências e o que elas encobrem. Uma parábola genial cujo ponto de partida é uma situação odiosa recriada no prisma mágico da palavra escrita.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “As Mentiras da Noite”, de Gesualdo Bufalino, publicado pela editora Rocco, em 1988 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Rocco
Páginas: 120
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8532500064
ISBN13: 9788532500069
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
