
Título: As Óperas de Richard Strauss
Autor: Lauro Machado Coelho
Sinopse: Um compositor que, em suas primeiras óperas, foi original e criativo; depois estagnou, refugiou-se no passado, regrediu. Um artista cujas relações com o regime nazista foram condenáveis. Tais afirmações que, com frequência, funcionam como idées reçues passadas de mão em mão e raramente reexaminadas, têm marcado a avaliação da obra de Richard Strauss, um dos mais importantes criadores da História da Ópera, oferecendo dela uma visão distorcida e, não raro, preconceituosa. Neste volume, o 11º da coleção que a editora Perspectiva vem publicando desde 1999, o jornalista e pesquisador Lauro Machado Coelho propõe-se a fazer o julgamento objetivo da produção de um operista cujos títulos, hoje em dia, ocupam lugar cada vez mais importante nos catálogos dos teatros e no catálogo das gravadoras.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “As Óperas de Richard Strauss”, de Lauro Machado Coelho, publicado pela editora Perspectiva, em 2007 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Perspectiva
Páginas: 232
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527307928
ISBN13: 9788527307925
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,399
- Altura (cm): 25,50
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
