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As Portas da Percepção

Título: As Portas da Percepção

Autor: Aldous Huxley

Sinopse: Um dos livros mais conhecidos de Aldous Huxley, As portas da percepção influenciou gerações ao detalhar o efeito das drogas sobre os sentidos do escritor. Publicado pela primeira vez em 1954, o livro antecipou as experiências psicodélicas que marcaram os escritores da geração Beat e o rock n’ roll na década de 1960. A edição da Biblioteca Azul traz As portas da percepção e Céu e inferno em novas traduções e posfácio do neurocientista Sidarta Ribeiro sobre a morte de Huxley. Com a inteligência característica de sua prosa, Huxley fala sobre suas expectativas ao usar mescalina e descreve suas sensações e pensamentos ao observar objetos cotidianos e ao ouvir música. O escritor conclui que os sentidos servem como um filtro, de forma que as pessoas percebam o necessário para garantir sua sobrevivência, sem contemplar nuances e detalhes da realidade. Huxley também divaga sobre o tempo, as religiões e sobre como a alteração da consciência é usada como uma maneira de alcançar a transcendência. O texto continua provocativo e relevante, o que faz de As portas da percepção uma das obras que marcaram o século XX.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Portas da Percepção”, de Aldous Huxley, publicado pela editora Biblioteca Azul, em 2015 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Biblioteca Azul

Páginas: 144

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Aldous Huxley é uma experiência que alterna entre o rigor intelectual e a exploração de estados alterados de consciência, com um ritmo que ora se mostra denso e reflexivo, ora se abre para o vívido e o visionário. Seus textos convidam o leitor a navegar por mundos internos e externos, onde a crítica social se mistura com a busca espiritual e a inquietação filosófica. O tom pode variar do satírico e ácido ao contemplativo e até esperançoso, sempre com personagens e ideias que desafiam a percepção comum. Há uma tensão constante entre o controle e a liberdade, o racional e o místico, que instiga perguntas sobre a natureza da sociedade, do indivíduo e do conhecimento. Esse equilíbrio entre a análise crítica e a sensibilidade poética marca os livros de Aldous Huxley e orienta o leitor por caminhos inesperados.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Biblioteca Azul convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre a literatura clássica e contemporânea, com forte presença de temas sociais, políticos e psicológicos. A experiência de leitura é marcada por textos densos e reflexivos, que exploram desde as complexidades das relações humanas e dilemas morais até críticas a regimes autoritários e análises históricas. O catálogo apresenta obras que privilegiam o diálogo entre passado e presente, como distopias que continuam atuais, romances psicológicos e ensaios filosóficos, sempre com uma linguagem que equilibra rigor e sensibilidade. Há títulos que se destacam pelo ritmo mais introspectivo e outros que adotam um tom mais direto e crítico, atendendo a leitores interessados tanto em ficção literária quanto em obras de não ficção que dialogam com questões contemporâneas.

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