
Título: As Regras da Arte
Autor: Pierre Bourdieu
Sinopse: Pierre Bourdieu ocupa um lugar de destaque nas ciências sociais, graças à publicação de obras sérias, impertinentes e transgressoras. As regras da arte não é exceção, tendo provocado grandes controvérsias nos meios intelectuais. Neste ensaio polêmico e inovador, Bourdieu reconstrói a história literária francesa da segunda metade do século XIX, revelando as regras que regem escritores e instituições literárias, desmistificando a ilusão do gênio criador todo-poderoso e apresentando os fundamentos para uma teoria da produção artística.Longe de aniquilar o criador sob o efeito das determinações sociais que pesam sobre ele e de reduzir a obra ao meio que a viu nascer, As regras da arte permite compreender o trabalho específico que o artista deve realizar para se constituir em sujeito de sua própria criação.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “As Regras da Arte”, de Pierre Bourdieu, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1996 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 432
Ano: 1996
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571645221
ISBN13: 9788571645226
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,630
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
