
Título: As Reportagens da Penélope
Autor: Anna Muylaert
Sinopse: Se você acha que furo sempre quer dizer buraco, que foca é apenas um animal engraçadinho, que barriga é só aquilo que sustenta o umbigo, bem, está na hora de conhecer este livro bárbaro da Coleção Castelo Rá-Tim-Bum. Em As reportagens de Penélope você vai aprender não só o sentido dessas e de outras palavras usadas no jornalismo, como também vai receber dicas para fazer um bom jornal caseiro. Basta seguir o exemplo do Pérola negra, o primeiro jornal caseiro do mundo, editado pela hiperfamosa Penélope Barbosa Lero quando tinha apenas dez anos. O Pérola negra trazia seção de cartas e de classificados e dava em primeira mão as notícias mais importantes da casa, como o desaparecimento da boneca Guilhermina. Fora isso, o livro traz grandes novidades e pelo menos duas reportagens importantes. A primeira conta como é que o Castelo Rá-Tim-Bum foi vendido por dois quilos de chocolate. A outra é uma super entrevista com Ninotcka Stradivarius. Isso mesmo, a mãe do Nino. (Você na certa vai notar que, mesmo feiticeira, mãe é sempre mãe.)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Reportagens da Penélope”, de Anna Muylaert, publicado pela editora Companhia das Letrinhas, em 1997 e com 48 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letrinhas
Páginas: 48
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585466723
ISBN13: 9788585466725
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia das Letrinhas costumam oferecer experiências de leitura que transitam entre narrativas lúdicas e informativas, com forte apelo visual e sensorial. O catálogo traz histórias que misturam humor e fantasia — como heróis caninos que se aliam a antigos inimigos — e obras que convidam à reflexão social, abordando temas como exclusão e diversidade familiar. Além disso, há títulos que exploram o contato com a arte e a cultura, seja por meio de mitos, fábulas ou a apresentação de grandes pintores, sempre com linguagem acessível para crianças e jovens. Essa variedade permite que o leitor encontre tanto aventuras narrativas quanto livros que estimulam a curiosidade e o aprendizado.
