
Título: As Rugosidades Do Caos
Autor: Luis Dolhnikoff
Sinopse: As rugosidades do caos, de Luis Dolhnikoff, propõe uma poesia que encare de frente as complexidades e perplexidades do mundo urbano contemporâneo. Entre os 71 poemas, depois de seis anos de sua última produção do gênero (Lodo, Ateliê, 2009), há desde os que fazem uso da cor até aqueles que foram criados com recursos como o Twitter, caso de “rap branco”. Uma obra que, nas palavras de Aurora Bernardini no prefácio, “responde de modo ‘sensível’ às exigências de nossa época”. O primeiro poema “da importância”, segundo Antonio Cícero, “já apresenta, em doses precisas, tanto rigor quanto liberdade [...] As rugosidades do caos é uma obra que se abre “objetivista”, como concordam Aurora Bernardini e Antonio Cícero, e caminha passo a passo, ou poema a poema, para a áspera linguagem política — relativa à pólis, à cidade, à grande confusão contemporânea — de seus poemas finais. Finalista do Prêmio Jabuti 2016.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “As Rugosidades Do Caos”, de Luis Dolhnikoff, publicado pela editora Editora Quatro Cantos, em 1900 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Editora Quatro Cantos
Páginas: 200
Ano: 1900
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 856585017X
ISBN13: 9788565850179
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,304
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Quatro Cantos costumam transportar o leitor para universos narrativos marcados por histórias que exploram relações humanas profundas e contextos históricos ou sociais específicos. A experiência de leitura varia entre o ritmo mais contemplativo de narrativas poéticas e a tensão crescente de aventuras juvenis, sempre com atenção aos detalhes que constroem atmosferas sensíveis e envolventes. O catálogo indica uma preocupação com personagens que enfrentam conflitos internos, sejam medos infantis, desafios culturais ou dilemas éticos, frequentemente apresentados em cenários que vão desde pequenas cidades nos Estados Unidos até aldeias indígenas brasileiras. A linguagem se mostra acessível, mas sem abrir mão de nuances que enriquecem a imersão, e há uma presença marcante de obras que dialogam com a infância e a juventude, tanto em forma de poesia quanto de narrativa ficcional.
