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As sementes que o fogo germina

Título: As sementes que o fogo germina

Autor: Sumaya Lima

Sinopse: Obstinado, um garotinho busca nos elementos da natureza a cura para sua incapacidade de falar. Em seus minutos finais de vida, um avô evoca as lembranças olfativas que guardou da neta. Um guia de comportamento feminino revela o passo a passo infalível para se manter atraente. A festa em comemoração aos 94 anos da matriarca só começa com o apagar das velas. As sementes que o fogo germina pode ser lido como um pequeno inventário de histórias desconcertantes e de extenso alcance emocional. Vivendo entre um passado nebuloso e um presente enigmático, também entre a renúncia e a devoção, as personagens nos fazem questionar: até que ponto uma existência é capaz de resistir ao peso do desamparo e da crueldade infligida? A frustração, a inveja e o ressentimento servem de força motriz para o ato da criação, ou apenas fertilizam emoções destrutivas? Mas os textos de estreia de Sumaya Lima na ficção não se apoiam em respostas prontas fornecidas pelo enredo. Sua escritura, equilibrada sobre um fio lírico, irônico e sedutor, maneja silêncios e vozes dissonantes, valoriza subtextos e demais camadas de significados que somente a poética do corpo, chegando antes do sujeito, é capaz alcançar.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “As sementes que o fogo germina”, de Sumaya Lima, publicado pela editora Mondru, em 2024 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Mondru

Páginas: 104

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9786560420687

    Sobre a editora

    Os livros da editora Mondru convidam o leitor a navegar entre emoções intensas e reflexões profundas, com narrativas que transitam entre o real e o fantástico. Muitas obras exploram a fragilidade humana diante da dor, do desamparo e da memória, enquanto outras investem em experimentações poéticas que tensionam a fronteira entre literatura e artes visuais. O tom é frequentemente lírico, irônico e sensível, com personagens que enfrentam conflitos internos e sociais, em cenários que vão do cotidiano à distopia. A diversidade de estilos inclui desde contos com elementos surreais até poesias visuais e relatos que valorizam a subjetividade e o corpo.

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