
Título: As Transgressões Adolescentes
Autor: Jean Pierre Chartier
Sinopse: Progredir, regredir, transgredir resumem a principal problemática da adolescência. A transgressão apresenta-se sob a aparência equivalente à escala Richter, que indica o grau de periculosidade dos terremotos. Como sabemos, pequenos abalos sísmicos são inevitáveis e mesmo necessários; existem outros entre aqueles que chamamos de “inclassificáveis”, que representam os temidos perigos para o indivíduo e seu entorno social. As respostas aventadas e discutidas neste livro vão da ausência de resposta até a mais acertada. Elas insistem sobre a capital importância de ouvir os adolescentes dentro da dimensão do apelo ao outro, o que permite ao transgressor em perigo e perigoso alcançar, nos casos bem-sucedidos, as margens do universo simbólico. A sublimação e a criação constituem também saídas possíveis às transgressões.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “As Transgressões Adolescentes”, de Jean Pierre Chartier, publicado pela editora Edições Loyola, em 2015 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 168
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515043122
ISBN13: 9788515043125
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
