
Título: As Três Idades da Vida Interior
Autor: Fr. Reginald Garrigou-Lagrange O.P.
Sinopse: A vida à qual o cristão é chamado a viver encontra-se como que escondida no homem, como um grão de mostarda. Alimentada pelas fontes da vida interior, ela cresce e eleva-se ao encontro com Deus e à sua união. Para isso, é preciso percorrer um caminho, muitas vezes trilhado pelos santos, mas que é, ao mesmo tempo, muito pessoal. Poucos clássicos de espiritualidade expõem tais passos de crescimento com tamanha lucidez, como o faz Garrigou-Lagrange em As três idades da vida interior, sua obra-prima. . Um teólogo que influenciou grandes pensadores, como Jacques e Raïssa Maritain, Charles Journet e Karol Wojtyla. A doutrina dos grandes santos, como São João da Cruz, São Tomás de Aquino e Santa Teresa, presta à obra um sólido fundamento. E essa é uma doutrina vivida, amadurecida com a experiência, o que lhe confere uma luz vital que alumia o caminho da configuração a Cristo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Três Idades da Vida Interior”, de Fr. Reginald Garrigou-Lagrange O.P., publicado pela editora Cultor de Livros, em 2018 e com 592 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultor de Livros
Páginas: 592
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788556381590
Sobre a editora
Os livros da editora Cultor de Livros oferecem uma experiência de leitura marcada por temas espirituais e religiosos, com foco em obras que combinam tradição e reflexão profunda. O catálogo privilegia textos que exploram a vida de santos, práticas devocionais e fundamentos da fé cristã, muitas vezes com linguagem acessível e ilustrações que enriquecem a compreensão. A narrativa tende a ser contemplativa e instrutiva, voltada para leitores interessados em aprofundar a vida interior e a espiritualidade prática, mas também há espaço para biografias e relatos que humanizam figuras religiosas. O tom varia entre o didático e o inspirador, com ritmo que favorece a meditação e o diálogo respeitoso sobre questões existenciais e morais.
