
Título: As Três Pontes de DüMoirrir
Autor: Flavio P. Oliveira
Sinopse: Três pontes separam a cidadela murada de DüMoirrir dos olhos-verdes, um povo que vive em uma ilha e é discriminado, oprimido, cercado e caçado por não perder o rim externo. Na cidade, nenhum ilhéu entra sem estar coberto de correntes, na ilha, os citadinos, apenas para caçar rins. Não há comércio, troca de informações, bens e serviços entre os nativos. De tempos em tempos, nasce um ilhéu de olhos azuis, são chamados de esperanças… Luna é a nova esperança desse povo de olhos verdes. Lügh, um simples vigia da Ponte Meridional, cheio de defeitos e segredos — postulante a herói ou bandido — que ficará paralisado (abobalhado) diante da encantadora beleza da moça de olhos-azuis. Ele conhecerá o amor e se tornará um criminoso. Ela conhecerá o salvador e a esperança é a última que morre.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Três Pontes de DüMoirrir”, de Flavio P. Oliveira, publicado pela editora Delirium, em 2016 e com 28 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Delirium
Páginas: 28
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8569423020
ISBN13: 9788569423027
Sobre a editora
Os livros da editora Delirium costumam explorar territórios sombrios e fantásticos, onde o real e o imaginário se entrelaçam de forma intensa e muitas vezes perturbadora. A experiência de leitura traz um clima de tensão e mistério, com narrativas que transitam entre o horror, o fantástico e o relato íntimo, como em textos que abordam a identidade e a resistência de mulheres trans. O catálogo apresenta obras que misturam elementos de terror psicológico, contos de criaturas mitológicas e fobias, além de histórias que exploram a memória e o trauma de maneira poética e fragmentada. Há uma diversidade perceptível entre relatos mais densos e confessionais e aventuras que se apoiam em mitos e lendas, o que sugere uma curadoria atenta a diferentes modos de envolver o leitor no estranho e no desconhecido.
