
Título: As Últimas Palavras
Autor: Celso Kallarrari
Sinopse: As Últimas Palavras, de Celso Kallarrari, obra poética que em muito traduz os sentimentos de desatino e agonias, leveza e dureza, inconstâncias, falta de rumo, consequências das muitas urgências atuais, do esfriamento das relações, dos silêncios da alma e da corrupção dos discursos. Ao refletir este cenário caótico e desumanizante em que vivemos, os poemas de Kallarrari, aqui reunidos, evidenciam as dificuldades que o sujeito contemporâneo tem de adaptar-se ao sistema e viver estas quebras, estas rupturas. Para tanto, o poeta busca traduzir — em versos, estrofes, às vezes, ritmadas, outras não —, palavras carregadas de sentidos e imaginação. As Últimas Palavras é uma dessas obras que nos permite adentrar numa rede de significados, onde, de forma convergente, a beleza e a sutileza se estreitam, mas, antagonicamente, também os dissabores, se nos apresentam. Nesta obra, o autor propõe uma escrita poética que mescla temáticas instigantes da contemporaneidade, consoante e recorrente a tradição, quando a ela recorre. Compõe-se de uma antologia poética que se revela na reflexão metalinguística, filosófica e literária acerca do papel e função da poesia na formação do homem e no seu processo de humanização/desumanização.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Últimas Palavras”, de Celso Kallarrari, publicado pela editora Reflexão, em 2013 e com 118 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Reflexão
Páginas: 118
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8580880831
ISBN13: 9788580880830
Sobre a editora
Os livros da editora Reflexão costumam trazer leituras densas, que mesclam teologia, espiritualidade e reflexão existencial, frequentemente ancoradas em debates históricos e bíblicos. A experiência de leitura envolve tanto análises rigorosas de tradições religiosas quanto narrativas que exploram dilemas humanos profundos, como culpa, perseverança e amor, em contextos que vão do interior do Brasil a grandes centros urbanos. O tom varia entre o exegético e o poético, com obras que convidam a uma imersão cuidadosa e contemplativa, ora com foco mais teórico, ora mais prático e aplicável à vida cotidiana. Esse equilíbrio entre estudo e vivência espiritual marca o catálogo da Reflexão, que apresenta temas que dialogam com leitores interessados em compreender a fé, a missão e os desafios da existência sob diferentes perspectivas.
