
Título: As Viagens de Gulliver
Autor: Jonathan Swift
Sinopse: Gulliver — personagem de fábula que salta da imaginação e da pena do seu inventor Jonathan Swift — conta-nos minuciosamente as espantosas aventuras que lhe vão acontecendo quando, através de um mundo como que mitológico, ele vai encontrando e conhecendo os habitantes e a maneira de viver dos países-miniatura de Lilipute e Blefuscu, do domínio dos Brobdingrag ou dos gigantes, da ilha suspensa e giratória de Lapúcia, da Academia dos Balnibarbos, da terra dos Yahús e dos Huyhnhnms, entre outros. Agradando às crianças, pelo que de ação e diversão contém, este livro é de um raro interesse também para os adultos, que logo verificarão tratar-se de uma obra extraordinariamente arrojada tanto em relação ao tempo em que foi escrita (1726), como em relação ao nosso próprio tempo. É uma violenta sátira à sociedade de todas as épocas, aos preconceitos e leis que regem os homens, e de que tantas vezes eles se não apercebem.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Viagens de Gulliver”, de Jonathan Swift, publicado pela editora Mimética, em 2019 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mimética
Páginas: 154
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Mimética oferecem uma imersão em narrativas que transitam entre a densidade psicológica e o cenário histórico, com personagens que enfrentam dilemas morais e sociais profundos. A experiência de leitura frequentemente envolve uma linguagem sóbria e um tom reflexivo, onde conflitos internos e contextos sociais se entrelaçam, como em histórias ambientadas em épocas de revolução, decadência ou precariedade. O catálogo sugere uma preferência por obras que exploram a condição humana em suas nuances, ora por meio de epístolas, ora por relatos confessionais, com ritmo que pode variar do contemplativo ao dramático. Há também espaço para narrativas que combinam crítica social e estética, com momentos de humor sutil e tensão dramática.
