
Título: As Virtudes do Fracasso
Autor: Charles Pépin
Sinopse: Em setembro de 2016, o filósofo Charles Pépin lançou seu As virtudes do fracasso com algum alvoroço: 25 mil cópias voaram das prateleiras francesas em menos de um mês. A Estação Liberdade agora lança a edição brasileira do livro, que usa várias disciplinas para questionar o tabu do fracasso. As virtudes do fracasso convida o leitor a lançar um novo olhar sobre a importância do erro. Recheado de exemplos, o livro mostra que os fracassos inevitáveis ao longo da vida podem ser, em alguns casos, experiências essenciais para a vida pessoal e profissional. Examinando as biografias de personagens como Abraham Lincoln, Steve Jobs, Thomas Edison, Rafael Nadal, J.K. Rowling e muitos outros, o texto explica as diversas formas como uma adversidade pode ser aproveitada: o fracasso pode nos oferecer informações valiosas sobre algo ou sobre nós mesmos, pode revelar um desejo ou oportunidade oculta, ou, simplesmente, pode nos tornar disponíveis para algo novo.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “As Virtudes do Fracasso”, de Charles Pépin, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2021 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 184
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574482897
ISBN13: 9788574482897
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
