
Título: As Vítimas- Algozes: Quadros da Escravidão
Autor: Joaquim Manuel de Macedo
Sinopse: Joaquim Manuel de Macedo (1820-1881) formou-se em Medicina em 1844: mesmo ano em que estreou no mundo das letras, com A moreninha. Esse romance imediatamente alcançou grande sucesso, granjeando fama e fortuna a Macedinho, como era chamado por seus contemporâneos. Escreveu crônicas, poesias, romances e obras para teatro, além de ter exercido a profissão de professor no famoso Colégio Pedro II do Rio de Janeiro, cargo para o qual foi nomeado pelo próprio imperador Dom Pedro II. A obra As vítimas-algozes: quadros da escravidão (1869) foi escrita quase duas décadas antes de que fosse decretada a abolição da escravatura no Brasil. Suas três histórias são um vivo testemunho das ideias que circulavam à época e que fizeram parte do processo que pôs fim à escravidão — essa forma abjeta, em grau supremo, de exploração do homem pelo homem.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “As Vítimas- Algozes: Quadros da Escravidão”, de Joaquim Manuel de Macedo, publicado pela editora Martin Claret, em 2010 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Martin Claret
Páginas: 304
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572327940
ISBN13: 9788572327947
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,230
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Martin Claret oferecem uma experiência de leitura que combina profundidade psicológica e riqueza histórica, transitando por narrativas que exploram tanto conflitos existenciais quanto contextos sociais e culturais marcantes. As obras frequentemente apresentam personagens complexos, cujas jornadas envolvem dilemas morais, transformações pessoais e críticas sociais, tudo isso em cenários que vão da Idade Média europeia a paisagens brasileiras e ambientes urbanos. O catálogo revela um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances clássicos e biografias, e outros de caráter analítico ou ensaístico, que abordam temas sociais, filosóficos e históricos com rigor. A linguagem tende a variar entre o refinado e o acessível, convidando leitores que apreciam tanto a literatura de ficção quanto obras informativas e formativas.
