
Título: Assassinato no Monte Fuji
Autor: Shizuko Natsuki
Sinopse: Para Jane Prescott, passar as festas de Ano Novo como convidada da família Wada não parecia muito apropriado. Afinal no Japão, as festas de Ano Novo são tradicionalmente um momento de intimidade da família. Ela sabia que os Wada - rica família de industriais - prezavam a tradição e dificilmente tolerariam a presença de uma estrangeira em suas comemorações. Mas Chiyo tinha insistido tanto que ela não tivera como recusar o convite para uma estada na casa de campo dos Wada. Ainda mais porque assumira o compromisso de ajudar a amiga a finalizar a tese de mestrao em literatura americana. Ao chegar, Jane logo se acalmou. A família fora muito receptiva e todos pareciam gostar muito de Chiyo... O clima da festa e tranqüilidade, entretanto, mudou radicalmente já na primeira noite, quando a doce Chiyo surgiu transtornada no salão principal, com as roupas empapadas em sangue. Esta é a base do enigma proposto neste best-seller de Shizuko Natsuki, a mais famosa escritora de romances policiais do Japão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Assassinato no Monte Fuji”, de Shizuko Natsuki, publicado pela editora Brasiliense, em 1989 e com 217 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 217
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8511230998
ISBN13: 9788511230994
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
