
Título: Assassinos de Anúbis
Autor: Everton Gullar
Sinopse: Safir é vitimado por um câncer agressivo nos pulmões e se vê com os dias contados. Restam-lhe em torno de 90 dias. Para passar seu tempo, decide cultivar pés de tomate-cereja, renega qualquer tratamento ou intervenção cirúrgica. Mas, com o retorno de Juliana, seu grande amor, com quem foi casado e traído, Safir sobrevive, porém já não é mais o mesmo. Algo mudou de forma grave, ele decide marchar contra o sistema. Trilha um caminho sem volta, vivendo entre o bem e o mal. Até conhecer Lauro, o presidente do Hospital de Transplante do Estado que percebe suas qualidades, um poderoso soldado, e convida-o para fazer parte dos Assassinos de Anúbis, organização secreta que age pelas sombras da sociedade, lutando contra a corrupção e a falta de órgãos no banco de transplantes. Os políticos corruptos passam a ser julgados por Anúbis e podem ser devorados por Ammit.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Assassinos de Anúbis”, de Everton Gullar, publicado pela editora Bestiário, em 2018 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bestiário
Páginas: 180
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788594187215
Sobre a editora
Os livros da editora Bestiário convidam o leitor a navegar por territórios literários que misturam história, memória e experimentação formal. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, como legistas obcecados ou narradores fragmentários, que desafiam a linearidade tradicional. O catálogo revela uma atenção especial a temas culturais e sociais, desde a Idade Média até o Brasil contemporâneo, com abordagens que transitam entre o ensaio histórico e a ficção literária. A linguagem varia entre o didático e o poético, com textos que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, e que se destacam pelo rigor estético e pela densidade emocional. O tom pode ser ao mesmo tempo sóbrio e sensorial, com narrativas que valorizam a memória e a construção de sentidos através de múltiplas vozes.
