
Título: Assata: uma autobiografia
Autor: Shakur Assata
Sinopse: Em sua autobiografia, Assata Shakur entrelaça duas narrativas. Em uma, fala de sua infância e juventude como menina e mulher dentro da comunidade negra estadunidense entre as décadas de 1940 e 1970. Na outra, conta sua trajetória como ativista antirracista, sua passagem pelo Partido dos Panteras Negras e pelo Exército de Libertação Negra, e as estratégias do FBI que a levaram a ser injustamente condenada pela morte de um policial ocorrida durante a emboscada cinematográfica em que foi presa. Desde os anos 1980, Assata vive exilada supostamente em Cuba. O livro conta com prefácios de Angela Davis e Lennox Hinds, além de apresentação da historiadora Ynaê Lopes dos Santos para a edição da Pallas.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Assata: uma autobiografia”, de Shakur Assata, publicado pela editora Pallas, em 2022 e com 472 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Pallas
Páginas: 472
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556020672
ISBN13: 9786556020679
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,540
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Pallas conduzem o leitor por territórios ricos em cultura afro-brasileira, ancestralidade e narrativas que dialogam com a oralidade e a tradição. A leitura costuma trazer uma imersão em temas como religiões de matriz africana, orixás, e histórias que exploram a memória coletiva e individual de comunidades negras. O tom varia entre o poético e o didático, com obras que transitam entre contos, crônicas, relatos históricos e ensaios, sempre com linguagem acessível, mas atenta às sutilezas culturais. O catálogo da Pallas revela ainda um interesse por histórias que abordam questões sociais, como desigualdade racial, violência urbana e resistência, apresentadas sem sentimentalismos, mas com uma tessitura literária que valoriza a experiência humana e a diversidade de vozes.
