
Título: Até ano que vem em Jerusalém
Autor: Caleiro Conceição
Sinopse: A história do encontro entre Maria Luís e David, em Até o ano que vem em Jerusalém é também, nas palavras de Rui Nunes, “uma história de desamparo que os leva numa espécie de peregrinatio ad loca infecta, de Lisboa aos Açores, ao Brasil, à memória de um tempo alemão passado, mas tão presente. Para estes dois, toda a terra é uma expulsão: a Europa expulsa os judeus, os Açores expulsam o exilado, o Brasil acolhe, integrando, assimilando, isto é, expulsando cada um da sua identidade, esbatendo quase todas as diferenças”. A narrativa é uma reflexão sobre a memória individual, civilizacional e cultural, que se alicerça em fragmentos da História, do Holocausto e da interminável diáspora do povo judeu. O livro foi finalista do prêmio PEN Clube Português, em 2016.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Até ano que vem em Jerusalém”, de Caleiro Conceição, publicado pela editora Editora Circuito, em 2018 e com 214 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Editora Circuito
Páginas: 214
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8595820260
ISBN13: 9788595820265
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Circuito convidam o leitor a explorar territórios onde arte, cultura e pensamento se entrelaçam de forma densa e reflexiva. A experiência de leitura é marcada por narrativas que transitam entre o ensaio crítico, a poesia experimental e relatos que dialogam com questões sociais e políticas contemporâneas, muitas vezes a partir de perspectivas sensoriais e corporais. O tom varia entre o contemplativo e o provocativo, com textos que desafiam categorias fixas e estimulam múltiplas interpretações. O catálogo sugere um interesse constante pela investigação da arte em seus mais diversos modos de atuação, incluindo práticas coletivas, espaços alternativos e o cruzamento entre estética e ativismo.
