
Título: Até no retrovisor... Poesia
Autor: Neli Fonseca
Sinopse: Viver não é apenas você existir. Viver é muito mais que isso. Viver é ir além dos que os olhos veem, é enxergar o que a alma sente, o que o coração fala, o que as atitudes dizem.O que você vê quando olha no retrovisor do carro? Certamente, o lugar por onde vai passando e as coisas que vão ficando para trás. E no retrovisor da vida? Ah! Lembra de tudo o que foi vivido, seja bom ou ruim. E o retrovisor do tempo? Bah! Nesse aí, a primeira palavra que se lê é: saudade, lembranças... E uma fila imensa dobra as esquinas do pensamento, das mais variadas emoções.Assim, cada ser humano sente e vive seu mundo particular, momentos, lembrança e sentimentos só seus. Coletivos, quando são lembrados e sentidos com uma ou mais pessoas. Falo isso por quê? Porque, em todos retrovisores da minha existência, faço poesia. Entendo que a vida e cada novo dia são poesias feitas por Deus, que nos são dadas gratuitamente para que vivamos. Mas, lamentavelmente, muitas pessoas não serão capazes de ver e viver assim como eu, porque, tristemente, observo e sinto a maldade “humana” imperando entre uns e outros.Até no retrovisor... Poesia. Faça da vida poesia. Porque num estalar de dedos... Ela termina.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Até no retrovisor… Poesia”, de Neli Fonseca, publicado pela editora Poesia Impossível, em 2023 e com 174 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Poesia Impossível
Páginas: 174
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9893755131
ISBN13: 9789893755136
Sobre a editora
Os livros da editora Poesia Impossível convidam o leitor a uma imersão em experiências poéticas marcadas pela reflexão íntima e pela conexão com emoções humanas complexas. A leitura costuma ser contemplativa, com ritmo que varia entre o delicado e o intenso, explorando temas como amor, memória, cidade e existência. As obras frequentemente apresentam narrativas em versos que mesclam o pessoal e o coletivo, ora com um tom mais introspectivo, ora com uma visão que dialoga com o mundo ao redor. O catálogo revela uma poesia que se constrói tanto no silêncio da alma quanto na efervescência das transformações cotidianas, com linguagem acessível, mas carregada de significados.
