
Título: Atlântida: o Continente Perdido
Autor: Hyne Cutcliffe
Sinopse: Considerado por muitos a maior obra sobre Atlântida, O Continente Perdido é uma saga arrebatadora e empolgante dos últimos dias de uma terra condenada. Atlântida, no ápice de sua glória, era uma sociedade inalcançável. Ela estabeleceu colônias no Egito e na América Central e suas poderosas embarcações patrulhavam os mares. Os clérigos de Atlântida canalizavam os poderes elementares do universo e um poderoso monarca governava a partir de uma cidade incrivelmente linda, formada por pirâmides e templos resplandecentes ao redor de sua montanha sagrada. A poderosa Atlântida está decadente por causa da corrupção. A possibilidade de uma rebelião aumenta a cada dia, bem como as profecias de um destino sombrio. A antiga e a nova Atlântida colidem em um embate que logo afetará o destino de toda uma civilização.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Atlântida: o Continente Perdido”, de Hyne Cutcliffe, publicado pela editora Devir Livraria, em 2019 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Devir Livraria
Páginas: 256
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575326716
ISBN13: 9788575326718
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,368
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Devir Livraria conduzem o leitor por narrativas que transitam entre aventuras históricas, universos fantásticos e tramas de suspense com ritmo intenso. O catálogo apresenta obras que mesclam o épico e o contemporâneo, com histórias que vão desde expedições no Brasil colonial até conflitos em cenários urbanos e futuristas. A linguagem varia entre o visual das graphic novels e o texto denso, com personagens que enfrentam dilemas humanos profundos e conflitos sobrenaturais. Há obras que exploram desde a ação e o mistério até a introspecção e o cotidiano, sempre com um tom que privilegia a construção de atmosferas envolventes e, por vezes, sombrias.
