
Título: Atravessando Fronteiras
Autor: Taufer Lutz
Sinopse: Este livro é um depoimento pessoal que desnuda uma época da História recente em que os conflitos, as disparidades e as injustiças tentavam ser resolvidas pela ação política direta. Nada do que aqui se conta, porém, tem o tom individualista da exaltação ou exibição. Ao contrário, ao desnudar os grandes conflitos do século 20, Lutz Taufer se despe a si mesmo e narra realidades ocultas nas tragédias em busca do poder. E não só na revolta estudantil de 1968 – “quando desenterramos o passado” -, mas igualmente, anos antes, na “desnazificação” alemã, em grande parte comandada por antigos nazistas. Em 20 anos de preso político na Alemanha – mais de 18 dos quais em impiedoso isolamento total, sem conversar sequer com os carcereiros – só a memória e a dor o acompanharam. Daí nasceu o pensador que ele se revela agora, ao entender (e explicar) as pequenezas e grandezas do mundo e da vida. As tragédias do século 20 surgem aqui não como drama narrado por um observador alheio aos fatos, mas – sim – por quem foi protagonista e vítima. — Flávio Tavares, militou na esquerda, conheceu Che Guevara em 1961 e participou da luta armada contra a ditadura militar, tendo sido preso duas vezes.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Atravessando Fronteiras”, de Taufer Lutz, publicado pela editora Autonomia Literária, em 2017 e com 310 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Autonomia Literária
Páginas: 310
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569536275
ISBN13: 9788569536277
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,470
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Autonomia Literária costumam trazer reflexões densas sobre política, economia e questões sociais contemporâneas, frequentemente a partir de perspectivas críticas e de esquerda. A leitura desses títulos envolve um mergulho em análises que conectam teoria e prática, como debates sobre democracia, movimentos sociais, feminismo e críticas ao capitalismo. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo experimental, com textos que vão da sistematização teórica a relatos pessoais e históricos. O catálogo sugere um compromisso com temas que desafiam o status quo, abordando desde a política sexual até a crítica cultural, sempre com linguagem acessível, porém rigorosa.
