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ATREVIDA N° 116: GAROTA SUPER PODEROSA

Título: ATREVIDA N° 116: GAROTA SUPER PODEROSA

Autor: Revista Atrevida

Sinopse: Edições 116 da Revista Atrevida da editora Escala, em abril de 2004. Juliana Didone, a nossa eterna Letícia estampava a capa com muita lindeza e de quebra vinha com um poster do Guilherme Berenguer de presente.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “ATREVIDA N° 116: GAROTA SUPER PODEROSA”, de Revista Atrevida, publicado pela editora SIMBOLO, em 2004 e com 105 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: SIMBOLO

Páginas: 105

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Revista Atrevida é uma imersão vibrante no universo jovem, onde o ritmo é dinâmico e a linguagem direta, quase como uma conversa entre amigas. O tom oscila entre o leve e o informativo, trazendo uma mistura de entretenimento, moda e dicas práticas, com um foco claro nas emoções e interesses do público adolescente. As matérias criam imagens vívidas de festas, celebridades e tendências, ao mesmo tempo em que abordam temas cotidianos com um olhar descontraído e acessível. Essa experiência é marcada por uma tensão suave entre o desejo de diversão e a busca por autoconhecimento, sempre com uma pegada atual e descomplicada. Navegar pelo catálogo é entrar em contato com diferentes facetas do universo jovem, refletidas em uma variedade de temas e formatos que mantêm o leitor envolvido.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Símbolo apresentam uma variedade que vai do romance telúrico brasileiro, com forte ligação à terra e à cultura regional, até narrativas que exploram conflitos sociais e psicológicos em ambientes urbanos. O catálogo inclui obras que transitam entre a aventura juvenil, com personagens em cenários naturais como praias e o Pantanal, e textos mais densos, que abordam temas como alienação histórica e crítica social. A linguagem pode ser coloquial e regional, como o "linguajar das margens do São Francisco", ou experimental, com contos que convidam a múltiplas interpretações e leituras. Essa diversidade sugere uma editora que não se prende a um único estilo, oferecendo tanto histórias com ritmo ágil e tom leve quanto reflexões mais profundas e densas.

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