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Au Sud De Nulle Part

Título: Au Sud De Nulle Part

Autor: Charles Bukowski

Sinopse: " Le grand, l'unique Bukowski est de retour ! Avec, encore une fois, une autobiographie déguisée. Dans Au sud de nulle part, c'est toujours le vieux Chinaski qui éructe son désespoir, sa folie, ses névroses. " Claire Gallois, Le Figaro. "... directement à l'estomac et le plus fort possible. Qu'il s'imagine mettre K.O. sur un ring de boxe son modèle admiré et détesté, Ernest Hemingway, qu'il raconte l'histoire atroce et paillarde du cannibale Maja Thurup, celle de l'homme tombé amoureux d'un mannequin d'étalage, ou celle du diable lubrique prisonnier dans une baraque foraine, il peint toujours la solitude, la misère d'aimer. Mais il peint au couteau. " Michel Braudeau, L'Express. " Vingt-sept nouvelles brèves qui sont autant d'instantanés cinglants derrière les palissades au néon. Une autobiographie en tranches saignantes ? Pourquoi pas. Mais surtout une autre face de l'Amérique dont l'Oncle Charles serait le plus poignant des clowns tristes. " Gilles Pudlowski, Paris-Match.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Au Sud De Nulle Part”, de Charles Bukowski, publicado pela editora LGF, em 2012 e com 291 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: LGF

Páginas: 291

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2253038369

ISBN13: 9782253038368

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Charles Bukowski é uma imersão em um universo áspero, onde a prosa e a poesia se entrelaçam em tons secos e por vezes sarcásticos. A voz do autor é direta, quase oral, carregada de uma sinceridade crua que expõe personagens marginalizados e situações-limite, com um humor cáustico que ora provoca riso, ora desconforto. O ritmo varia entre a urgência das ruas de Los Angeles e momentos de introspecção melancólica, sempre com um olhar que não se afasta da sordidez humana, mas também não perde a capacidade de ironia. Os textos sugerem uma forte presença do alter ego Henry Chinaski, que percorre histórias de fracasso, vício e sobrevivência, enquanto os poemas revelam uma autobiografia acidental, marcada por angústias e devaneios. Essa experiência literária convida o leitor a confrontar a existência sem filtros, com uma linguagem coloquial e uma sensibilidade que, apesar da dureza, é profundamente humana.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora LGF apresentam uma leitura marcada por narrativas que transitam entre o íntimo e o histórico, com uma forte presença de personagens que lidam com conflitos pessoais profundos, como solidão, relações familiares complexas e crises existenciais. O catálogo sugere uma diversidade que vai do tom mais introspectivo e emocional, como em histórias que exploram vínculos familiares e perdas, até narrativas de época que reconstroem contextos sociais e políticos turbulentos. Há também espaço para textos que misturam fantasia, poesia e experimentações estilísticas, o que confere ao conjunto um ritmo variável, ora mais denso e reflexivo, ora mais lúdico e imaginativo. Esse equilíbrio entre o narrativo e o ensaístico, o real e o fantástico, compõe uma experiência de leitura que exige atenção à linguagem e aos detalhes psicológicos.

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