
Título: Aura - a Crise da Arte em Walter Benjamin
Autor: Taisa Helena Pascale Palhares
Sinopse: Ao reconstituir a noção de aura a partir dos ensaios "Pequena história da fotografia", "A Obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica" em suas diferentes versões e "Alguns temas em Baudelaire", Taisa Helena Pascale Palhares reconhece um objeto histórico e um medium-de-reflexão, conceito abordado no decorrer do livro. Benjamin procura interpretar o estado do mundo regido pelo capital e pela mercadoria. A aura - da fotografia, do cinema, dos acontecimentos históricos, de um nome - diz respeito a tudo que sabemos que em breve não mais estará diante de nós, tudo que traz consigo vestígios de um desaparecimento. Escrito originalmente como tese de mestrado em filosofia na USP, em São Paulo, Aura revela como as técnicas de reprodução determinam a estetização da política, como a figura do ditador nasce da fusão entre o próprio ditador, a técnica e o público. Nesse sentido, a aura não é prerrogativa dos deuses ou dos santos, e sim uma forma de dominação a serviço do Estado. "Do ponto de vista da história da estética, o termo "aura" somente recebe significado filosófico pelas mãos de Walter Benjamin. Semanticamente a palavra origina-se na tradução do grego aura para o latim aura, que significa sopro, ar, brisa, vapor. Sua ilustração como círculo dourado em torno da cabeça, tal como aparece em imagens religiosas, talvez derive da identificação vulgar entre o termo grego e o latino aureum (ouro), que deu origem à palavra auréola. Simbolicamente, entretanto, ambas (aura e auréola) indicam um procedimento universal de valorização sagrada ou sobrenatural de um personagem:a aura designa a luz em torno da cabeça dos seres dotados de força divina, sendo que a luz é sempre um índice de sacralização." Acabamento: Brochura. Peso: 175g. Dimensões: 21 x 14 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Aura – a Crise da Arte em Walter Benjamin”, de Taisa Helena Pascale Palhares, publicado pela editora Barracuda, em 2006 e com 136 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Barracuda
Páginas: 136
Ano: 2006
Edição: 1ª EDICAO
ISBN:
ISBN13: 9798598490150
Sobre a editora
Os livros da editora Barracuda costumam oferecer experiências de leitura marcadas por narrativas intensas e relatos pessoais que se entrelaçam com contextos históricos e culturais. O catálogo reúne desde antologias temáticas que exploram um mesmo tema sob múltiplas perspectivas, até memórias em primeira pessoa que revelam trajetórias de vida em ambientes urbanos e marginais. Há uma presença constante de vozes que lidam com conflitos sociais, resistência política e transformações pessoais, muitas vezes em cenários de tensão e adversidade. O tom varia entre o coloquial e o sensível, com textos que transitam entre o relato cru e a reflexão irônica, criando um ritmo que pode ser tanto direto quanto contemplativo. A diversidade do material sugere uma editora que privilegia obras com densidade emocional e relevância cultural.
