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Aurora: Reflexões sobre os preceitos morais

Título: Aurora: Reflexões sobre os preceitos morais

Autor: Friedrich Nietzsche

Sinopse: Publicado em 1881, Aurora prossegue no estilo aforístico da filosofia de Friedrich Nietzsche (1844-1900), inaugurado com Humano, demasiado humano (1878). Em 575 aforismos - cuja extensão varia de duas linhas a algumas páginas -, Nietzsche elabora sua crítica da moral cristã-ocidental e dos conceitos a ela associados, como "alma", "Deus", "pecado", "sujeito" e "livre-arbítrio", que segundo o filósofo seriam ficções prejudiciais à vida. No subtítulo do livro, a palavra "preconceito" é usada no sentido filosófico de concepção formada antes do julgamento (um "pré-juízo"). A epígrafe ("Há tantas auroras que não brilharam ainda", extraído das escrituras hindus) explica o título e traduz a esperança nietzscheana de um mundo novo, livre das ilusões religiosas, morais e intelectuais criticadas pelo filósofo. Essa edição inclui o importante prólogo acrescentado em 1886 e, num apêndice bilíngüe, o grupo de poemas intitulados "Idílios de Messina", de 1882. DADOS DO PRODUTO

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Aurora: Reflexões sobre os preceitos morais”, de Friedrich Nietzsche, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2016 e com 305 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Companhia de Bolso

Páginas: 305

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 8535928189

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Friedrich Nietzsche é uma experiência marcada por uma prosa que alterna entre o aforístico e o poético, com uma tensão constante entre crítica mordaz e lirismo intenso. Seus textos convidam o leitor a um mergulho profundo na crítica da moralidade tradicional, na desconstrução de valores e na reflexão sobre o sentido da existência humana, sempre com uma voz que desafia e provoca. O ritmo varia do contemplativo ao contundente, com passagens que oscilam entre a ironia, o humor sutil e a dramaticidade. O foco recai sobre questões filosóficas fundamentais, como a vontade de poder, o niilismo, a morte de Deus e a autossuperação, que são exploradas tanto em discursos poéticos quanto em ensaios rigorosos. Ler Nietzsche é confrontar-se com perguntas inquietantes sobre o que é ser humano e quais valores sustentam nossa vida, numa escrita que pode ser ao mesmo tempo enigmática e direta.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.

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