
Título: Autobiografia: Darwin
Autor: Charles Darwin
Sinopse: Em 1887, cinco anos depois da morte de Charles Darwin, seu filho Francis publicou essa Autobiografia, escrito pelo pai em 1876. A primeira edição apareceu mutilada. As que se seguiram, também. A família considerava implicáveis as conclusões a que Darwin chegara, na maturidade, sobre as religiões em geral e, especialmente, o cristianismo. Conclusões chocantes para o próprio autor. Em julho de 1837, Darwin formulou aquela que viria a ser a lei fundamental da biologia contemporânea: ao se reproduzirem, os seres vivos podem dar origem a variedades ligeiramente diferentes, que, confrontadas com as exigências do ambiente, tendem a reproduzir-se com eficiência maior ou menor, dependendo do seu grau de adaptação. As espécies não são fixas, embora o ritmo de suas mudanças seja lento demais para ser percebido a olho nu. A origem das espécies veio à luz em 1859, com grande impacto, decorrente de uma argumentação impecável e do grande número de observações que continha, coerentemente explicadas. Esta Autobiografia – publicada em versão integral – é o despretensioso auto-retrato de um homem simples e determinado, que mudou para sempre a compreensão que todos temos sobre nós mesmos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Autobiografia: Darwin”, de Charles Darwin, publicado pela editora Contraponto, em 2000 e com 137 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Contraponto
Páginas: 137
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585910356
ISBN13: 9788585910358
Sobre a editora
Os livros da editora Contraponto convidam a uma leitura que transita entre a reflexão histórica, o pensamento crítico e a narrativa que valoriza a profundidade intelectual. O catálogo revela obras que abordam temas como biografias de figuras históricas, análises políticas e sociais, além de ensaios que exploram a cultura contemporânea e a condição humana. A linguagem costuma ser densa e precisa, com textos que exigem atenção ao detalhe e oferecem múltiplas camadas de interpretação. Há uma presença marcante de obras que dialogam com o passado para iluminar questões atuais, apresentando um ritmo que varia entre o didático e o contemplativo.
