
Título: Autobiografia de uma Pulga
Autor: Rhodes de
Sinopse: As peculiaridades e a originalidade da narrativa colocam este romance em uma posição ímpar em meio ao grande volume das obras que constituem a literatura libertina vitoriana. Ele é narrado em primeira pessoa por uma pulga que, por seu íntimo contato com a pele humana, consegue testemunhar atos praticados no mais absoluto segredo.Com ironia e sarcasmo, o livro elenca uma grande variedade de práticas sexuais consideradas tabu na época, como o adultério, a sodomia, o homossexualidade e o incesto. Publicado em Londres em 1885, provavelmente pelo célebre pornógrafo Charles Carrington, foi escrito anonimamente por um certo advogado inglês, bem conhecido em Londres. Várias foram as hipóteses quanto à identidade de seu autor, porém o mais provável dos nomes levantados teria sido o de Stanislas de Rhodes, a quem outros três títulos de literatura erótica foram atribuídos.Aviso ao leitor: Este livro é parte da coleção Clássicos da Literatura Erótica e contém descrições explícitas de práticas consideradas tabus. Não recomendável para menores de 18 anos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Autobiografia de uma Pulga”, de Rhodes de, publicado pela editora editora hedra, em 2010 e com 230 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: editora hedra
Páginas: 230
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577151603
ISBN13: 9788577151608
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 17,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editora Hedra revela uma curadoria que privilegia narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ancoradas em contextos históricos, culturais e sociais específicos. O catálogo reúne desde análises literárias e filosóficas até relatos que exploram experiências humanas complexas, como o convívio com a exclusão social ou a preservação de saberes indígenas. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que transitam entre o rigor acadêmico e a expressão literária, sempre com atenção à linguagem e à profundidade dos temas. Essa diversidade sugere um interesse em textos que desafiam o leitor a pensar criticamente sobre história, cultura e sociedade, com uma frequência de obras que dialogam com tradições literárias e saberes populares.
